perfil

Fernanda Caroline mas mata quem a chama assim, então contente-se com Fefiques. 20 primaveras vividas, em algumas usou gravatas e ouviu Nirvana, em outras usou pompom e fez chapinha, teve até uma que virou morta-viva, mas sempre foi bem flexível. Nessa, usa o que pode e faz o que pode, porque infelizmente, o Direito ainda é arcaico. É a favor da liberdade combinada com um convívio pacífico entre as pessoas, embora não pratique muito essa teoria no seu dia-a-dia. Estuda Direito e adora. Seu objetivo de vida é salvar o mundo e por quê não?

Por favor: família, Felipe, amigos, artesanato, poesia, livro, dança, samba, funk carioca, mpb, massas, internet, filmes, pessoas, animais, sorvete de flocos, chocolate, fandangos, chupar limão, fotografia, romantismo, paz, amor e harmonia.

Não, obrigada: PRECONCEITO, hipocrisia, elitismo, carne, sapo, jiló, mate, frio, números, acordar cedo, briga.

[Orkut] // [Fotolog]

solte o verbo!

fernanda_caroline@hotmail.com // fernanda_caroline@hotmail.com

sobre

"Outro dia, um cabeludo falou: 'Não importam os motivos da guerra, a PAZ ainda é mais importante que eles.' Esta frase vive nos cabelos encaracolados das cucas maravilhosas, mas se perdeu no labirinto dos pensamentos poluídos pela falta de amor. Muita gente não ouviu porque não quis ouvir, eles estão surdos!"
(Roberto Carlos)

quantos surdos?


vida social

Blog do André
Fuxico Retrato
Esferográfica azul
Blog do Baixinho
Blog da Manoux
Antena paranóica
Acid Ju

agradecimentos

[x] [x] [x] [x]

museu


Sexta-feira, Janeiro 16, 2009

Texto de Neto, diretor de criação e sócio da Bullet, sobre a crise mundial:

"Vou fazer um slideshow para você.
Está preparado?
É comum, você já viu essas imagens antes.
Quem sabe até já se acostumou com elas.
Começa com aquelas crianças famintas da África.
Aquelas com os ossos visíveis por baixo da pele.
Aquelas com moscas nos olhos.
Os slides se sucedem.
Êxodos de populações inteiras.
Gente faminta.
Gente pobre.
Gente sem futuro.
Durante décadas, vimos essas imagens.
No Discovery Channel, na National Geographic, nos concursos de foto.
Algumas viraram até objetos de arte, em livros de fotógrafos renomados.
São imagens de miséria que comovem.
São imagens que criam plataformas de governo.
Criam ONGs.
Criam entidades.
Criam movimentos sociais.
A miséria pelo mundo, seja em Uganda ou no Ceará, na Índia ou em Bogotá
sensibiliza.
Ano após ano, discutiu-se o que fazer.
Anos de pressão para sensibilizar uma infinidade de líderes que se
sucederam nas nações mais poderosas do planeta.
Dizem que 40 bilhões de dólares seriam necessários para resolver o problema
da fome no mundo.
Resolver, capicce?
Extinguir.
Não haveria mais nenhum menininho terrivelmente magro e sem futuro, em
nenhum canto do planeta.
Não sei como calcularam este número.
Mas digamos que esteja subestimado.
Digamos que seja o dobro.
Ou o triplo.
Com 120 bilhões o mundo seria um lugar mais justo.
Não houve passeata, discurso político ou filosófico ou foto que
sensibilizasse.
Não houve documentário, ONG, lobby ou pressão que resolvesse.
Mas em uma semana, os mesmos líderes, as mesmas potências, tiraram da
cartola 2.2 trilhões de dólares (700 bi nos EUA, 1.5 tri na Europa) para
salvar da fome quem já estava de barriga cheia. Bancos e investidores.

Como uma pessoa comentou, é uma pena que esse texto só esteja em blogs e não na mídia de massa, essa mesma que sabe muito bem dar tapa e afagar.
Se quiser, repasse, se não, o que importa?

O nosso almoço tá garantido mesmo..."


:: Fefiques | às 6:18 PM ::



Sexta-feira, Março 14, 2008

Urso é condenado na Macedônia por roubo de mel

Animal foi julgado à revelia após queixa criminal de apicultor irritado.

O sabor de mel foi tentador demais para um urso na Macedônia, que atacou várias vezes as colméias de um apicultor.

Agora o animal tem ficha na polícia, por ter sido condenado por um tribunal por roubo e danos.

Mas o banco dos réus estava vazio no tribunal da cidade de Bitola, onde o urso foi julgado à revelia.

O caso foi levado à Justiça pelo apicultor irritado depois de um ano de tentar, em vão, proteger suas colméias.

Durante um período, ele conseguiu afugentar o animal com medidas como comprar um gerador e iluminar melhor a área de ataque ou tocar músicas folclóricas sérvias com percussão acentuada.

Mas quando o gerador ficava sem energia e a música acabava, o urso voltava e lá se ía o mel novamente.

"Ele atacou as colméias de novo", disse o apicultor Zoran Kiseloski.

Como o animal não tinha dono e é uma espécie protegida, o tribunal ordenou ao Estado pagar uma indenização por prejuízos causados pela destruição de colméias, no valor de US$ 3,5 mil.

O urso continua à solta em algum lugar da Macedônia.



PS.: Navegando no site do msn, encontrei a notícia acima e... eu tive que postar!


:: Fefiques | às 1:25 PM ::



Quinta-feira, Janeiro 17, 2008

A Internacionalização do Mundo
(Cristovam Buarque)

Durante debate em uma Universidade, nos Estados Unidos, fui questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia. O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um humanista e não de um brasileiro. Foi a primeira vez que um debatedor determinou a ótica humanista como o ponto de partida para uma resposta minha.

De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.

Respondi que, como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, podia imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a Humanidade.

Se a Amazônia, sob uma ótica humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço. Os ricos do mundo, no direito de queimar esse imenso patrimônio da Humanidade.

Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país. Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.

Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural amazônico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.

Durante o encontro em que recebi a pergunta, as Nações Unidas reuniam o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu disse que Nova York, como sede das Nações Unidas, deveria ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a Humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza especifica, sua história do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.

Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.

Nos seus debates, os atuais candidatos à presidência dos EUA têm defendido a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do mundo tenha possibilidade de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o pais onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro. Ainda mais do que merece a Amazônia. Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um patrimônio da Humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar; que morram quando deveriam viver.

Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa.


(*) Cristovam Buarque, 58, doutor em economia e professor do Departamento de Economia da UnB (Universidade de Brasília), foi governador do Distrito Federal pelo PT (1995-98). Autor, entre outras obras, de "A Segunda Abolição" (editora Paz e Terra).


:: Fefiques | às 1:16 PM ::



Sexta-feira, Novembro 16, 2007

Percebi que se um dia eu puder pagar um cruzeiro do Roberto Carlos, ele já terá morrido.
Não realizarei meu sonho.


:: Fefiques | às 8:39 PM ::



Sexta-feira, Outubro 26, 2007

O ônibus é o lugar onde mais se encontram cavalheirismos. Veja bem, cavalheirismos e não cavalheiros. É, porque nem sempre a pessoa que te cede o lugar, diz que a ama a mulher em casa. Aliás, a maioria nem deve ter mulher em casa, maaaaaas, deixando de lado esse detalhe, eu quis dizer que a maioria nunca deve ter mandado flores para uma mulher e nem pretende.
Mas eu não sei, no ônibus parece que é lei: vaga um lugar, os homens - em geral - olham para ver se tem uma mulher por perto e, se tiver, é óbvio que deixará o lugar para a senhora. E na hora de descer e subir também é bem utilizado o "primeiro as damas". No elevador eu também vejo isso, mas acho que no ônibus fica mais aparente.
Quando acontece comigo, meu lado feminista grita e na mesma hora, eu digo baixinho: "Não, obrigada. Pode sentar!" ou "o senhor chegou aqui primeiro' - ah! mas isso até para mulher eu digo porque quer me deixar p. da vida é alguém chegar muito depois de mim e só por estar mais perto do lugar que vagou, senta. Pô, eu tô aqui há muito mais tempo, cara! Então, eu sempre ofereço para pessoa que estava antes de mim.
Daí, alguns sentam porque é claro que ele tá louco para sentar, mas por educação ofereceu; outros insistem e eu confesso que acho muito fofo. Fica mais fofo ainda quando eu tô super cansada e isso acontece praticamente todo dia.

É engraçado porque quem geralmente se oferece para segurar bolsa, pasta, livros de Direito pesadíssimos que a “escraviária” tem que carregar são as mulheres. E quando ninguém oferece eu fico p. também, porque claro, tá lá sentadão já, custa colocar no colo um livro? Mas aí, tem gente que até finge que tá dormindo.
Uma amiga minha desenvolveu uma técnica: quando ninguém se oferecer, você esbarra o tempo todo a bolsa até ela oferecer e se você tiver com muita raiva e não tiver te atrapalhando, você diz que não e vai até o fim tacando a bolsa – é, isso ficou meio “mau” demais, mas...

O problema é quando todos esses cavalheirismos têm um fundo tarado. Aí você tem que ter muito cuidado para o tarado não acabar achando que você deu confiança.
Ainda tem o roça-roça desses tarados...
Viu como não é tão bom assim ter esses privilégios?


:: Fefiques | às 3:43 PM ::



Quinta-feira, Julho 26, 2007

"E umas das coisas que aprendi é que se deve viver apesar de. Apesar de, se deve comer. Apesar de, se deve amar. Apesar de, se deve morrer. (...) Inclusive muitas vezes é o próprio apesar de que nos empurra para frente. Foi o apesar de que me deu uma angústia que insatisfeita foi criadora de minha própria vida."

Clarice Lispector - Uma aprendizagem ou livro dos prazeres


:: Fefiques | às 3:58 PM ::




Eu preciso do pegar de mãos, preciso do pegar, das mãos, de pegar as mãos, aquelas mãos!
Eu preciso do olhar emocionado, preciso do olhar, da emoção, emocionar-me com o olhar, com um olhar, aquele olhar!
Eu preciso de juras de amor eterno, preciso jurar, preciso de eterno amor, preciso de juras eternas, aquelas juras!

Não dispenso cavalheirismos. Aliás, exijo que abra a porta que beije a mão e que primeiro as damas.

Vou passar a vida decepcionada se não ganhar um buquê de rosas vermelhas com um cartão que traga algo bem bonito escrito.

Escapadas amorosas? Sou insegura, mas o coração fala sempre mais alto!

Veja bem: NUNCA me cansarei de surpresas!

Elogios são extremamente necessários e devem ser ditos com frequência por meu homem. Ah! Falando em meu homem, ele deve me tratar com a delicadeza com que se trata uma boneca de porcelana e ao mesmo tempo, deve me tocar com mãos fortes de modo que eu me sinta protegida e desejada.
Na verdade, não será meu homem, eu que serei sua mulher.

Mais verdade ainda é que o amor ocupa lugar primordial na minha vida.
Eu quero morrer de amor. Eu quero viver de amor!

Conclusão: não sou mulher de apenas "eu te amo".


:: Fefiques | às 3:56 PM ::



Sábado, Julho 07, 2007

Ignorem-me, pelo menos por hoje!
Morrendo de cólicas e ainda ouvindo Alcione...
Odeio quando isso acontece!

"Que é que eu faço aaaaaaaamanhã
QuandoEuMeLevantar
E não ter mais teu corpo prá me aconchegar
Não sentir teeeeeeus abraços
Querendo apertar ooo que sempre foi teeeeu.."


Ai, meu Deus!


:: Fefiques | às 12:52 AM ::



Quarta-feira, Maio 30, 2007

Meteorologia mente que nem sente!

Acordo, precisamente, às cinco e meia da manhã e nem um minuto a mais: o despertador toca, eu abro os olhos e fico de pé, na maior agitação, odeio gente que acorda à prestação.
Meu namorado por exemplo, coloca o celular pra despertar uma hora mais cedo e de dez em dez minutos aperta "soneca". Eu não, sou muito desesperada para tal coisa. Tenho medo de dormir profundamente e não sossego até levantar. (Experiências anteriores como apertar "desligar" no lugar de "soneca" e os dez minutos se transformarem em uma hora, traumatizaram a menina).

Pois bem, às cinco e meia eu faço minhas necessidades básicas - menos tomar banho, o que eu faço antes de dormir, porque no verão até vai tomar banho essa hora, mas no inverno é coisa de maluco, vai dizer que não é?
NÃO??? Corajoso pra ..., hein?

Enfim, saio no breu que fica Vargem Pequena há essa hora e enquanto caminho a minha extensa rua, sinto congelar as minhas extremidades: mãos, pés e nariz. Mesmo com dificuldade de caminhar, pensar e até de respirar, sobra-me disposição para análises meteorológicas que na maioria das vezes não chega nem perto das transmitidas nos jornais.

Hoje, por exemplo, na saída da faculdade, por volta de quatro horas, a temperatura não estava mais que zero grau. Tô mentindo?
Queria ver você sentido aquele ventinho calmo e tranqüilo no corpo.

Nunca gostei de frio, principalmente pra estudar. Frio só é bom pra quem tem dinheiro: pode comprar aqueles casacos e cachecóis chiques, tem uma coleção de botas em casa, pode deitar numa cama enorme, com um namorado ao lado e assistir a filmes românticos, raspando a panela de brigadeiro - tá, eu sei que a panela de brigadeiro eu posso, mas não tenho dinheiro para a lipo depois.

Aí sim seria festa!
Aliás, para quem é rico a meteorologia não afeta muito, até um sol de rachar vira festa, né?


:: Fefiques | às 5:27 PM ::



Segunda-feira, Maio 21, 2007

Eu postei no fotolog, mas vale a pena reforçar!

Numa cidade muito longe (Marcelo D2 e Leandro Sapucahy)
Feita por: Arlindo Cruz, o gênio do samba

Aconteceu numa cidade muito longe daqui,
Numa cidade muito longe, muito longe daqui
Que tem problemas que parecem os problemas daqui
Que tem favelas que parecem as favelas daqui

Existem homens maus, Sem alma e sem coração
Existem homens da lei Com determinação
Mas o momento é de caos Porque a população
Na brincadeira sinistra De polícia e ladrão
Não sabe ao certo quem é Quem é herói ou vilão
Não sabe ao certo quem vai Quem vem na contramão

Porque tem homem mau Que vira homem bom
Porque tem homem mau Que vira homem bom
Quando ele banca o remédio Quando ele compra o feijão
Quando ele tira pra dá Quando ele dá proteção

Porque tem homem da lei Que vira homem mau
Porque tem homem da lei Que vira homem mau
Quando ele vem pra atirar Quando ele caga no pau
Quando ele vem pra salvar E sai matando geral

É parceiro, E aí é que a chapa esquenta
É nessa hora que a gente vê quem é fiel
Mas tanto lá como cá Ladrão que rouba ladrão
Não tem acerto, é pedir terror, Não tem perdão
Quem fala muito é X-9 E desses a gente tem de montão
Mas o X do problema Tá na corrupção
Um dia, o bicho pegou, O coro comeu
Polícia e bandido bateram de frente,
E aí meu cumpadre, Aí tu sabe
Aí foi chapa quente, chapa quente...

Bateu de frente Um bandido e um Sub-tenente lá do batalhão
Foi tiro de lá e de cá Balas perdidas no ar
Até que o silêncio gritou Dois corpos no chão, que azar
Feridos na mesma ambulância Uma dor de matar
Mesmo mantendo a distância Não deu pra calar

Polícia e bandido trocaram farpas
Farpas que pareciam balas
E o bandido falou:
Você levou tanto dinheiro meu Agora vem querendo me prender
E eu te avisei você não se escondeu Deu no que deu
E a gente tá aqui Pedindo a Deus pro corpo resistir
Será que ele tá afim de ouvir?

Você tem tanta basuca, Pistola, fuzil, granada
Me diz pra que tu Tem tanta munição?

É que além de vocês Nóis ainda enfrenta
Um outro comando, outra facção
Que só tem alemão sanguinário
Um bando de otário Marrento, querendo mandar
Por isso que eu tô bolado assim

Eu também tô bolado sim
É que o judiciário tá todo comprado E o legislativo tá financiado
E o pobre operário Que joga seu voto no lixo
Não sei se por raiva Ou só por capricho
Coloca a culpa de tudo Nos homens do camburão

Eles colocam a culpa de tudo Na população

{E o bandido...}
E se eu morrer vem outro em meu lugar
{Polícia...}
E se eu morrer vão me condecorar

E se eu morrer será que vão chorar? E se eu morrer será que vão lembrar?
E se eu morrer... {já era} E se eu morrer
E se eu morrer... {foi!} E se eu morrer

Chega de ser subjulgado, Subtraído, um subandido de um Sublugar,
subtenente de um Subpaís, um subinfeliz, subinfeliz...


:: Fefiques | às 8:05 PM ::